Cedric Diggory e Edward Cullen ‘Quase’ Foram Interpretados por Henry Cavil

Segundo o Movie Pilot,  Henry Cavil poderia ter interpretado os personagens Cedric e Edward (Harry Potter e o Cálice de Fogo e A Saga Crepúsculo) que foram dados à  Robert Pattinson.
HPTwi

Com respeito ao personagem em Harry Potter e o Cálice de Fogo (Cedric Diggory)

Vamos começar supondo que foi inteiramente liderado por fãs.  Os leitores de Harry Potter estavam tão inflexíveis sobre Henry Cavil ganhar o papel de Cedrico Diggory (um dos concorrentes de Harry no Torneio Tribruxo) que eles começaram uma petição que  atualmente foi extinta por eles.  No entanto no final, seus apelos foram ignorados  e o papel ficou com Robert Pattinson.

Com respeito ao personagem na Saga Crepúsculo (Edward Cullen)

A autora Stephanie Meyer admitiu que, a princípio, o seu vampiro galã foi mesmo baseado em Henry Cavil e que ainda fez uma certa pressão para que ele fosse considerado para o papel. Ao contrário dos comentários sobre ele estar no Cassino Royale, (ele era muito jovem para intepretar 007 pois estava com vinte e quatro anos)  era velho demais para interpretar um jovem vampiro colegial de dezessete anos. E ele mais uma vez perdeu este papel para Robert Pattinson (e perdeu excelentes oportunidadedes beijar Kristen Stewart).

Tradução feita pela Equipe do Portal RP

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O Diretor de ‘The Childhood Of A Leader’, Brady Corbert, fala sobre o filme com o Produtor Gregg Araki

A alguns dias atrás, o director Brady Corbet falou sobre The Childhood Of A Leader com o produtor Gregg Araki numa casa de espetáculos em Paris, durante uma projeção de um filme.

"The Childhood of a Leader"

Via WWD

(…) Enquanto os convidados se reuniam para assistir o filme numa tela gigante, Araki conversou com Brady Corbet, que está dando os toques finais na sua estréia como diretor de The Childhood Of A Leader, estrelado por Robert Pattinson, Stacy Martin e Bérénice Bejo. Antes que alguém pergunte, o longa não é sobre Adolf Hitler ou Mussolini.

“O filme todo é meio que fábulas a cerca dos pontos fracos do Tratado de Versalhes, que é um assunto muito específico. Mas o filme tem muita liberdade poética. Ele se inicia no lugar exato  em se tratando da história e em seguida, num certo momento, decisivamente mergulha para uma história virtual “, explicou.

“É um projeto de arte muito, muito ambicioso. Tudo sobre ele é grande e está sendo muito trabalhoso fazer acontecer”, Corbet acrescentou, lembrando que a trilha sonora do filme inclui uma grande orquestra  conduzida pelo músico Scott Walker e que deve ficar pronto até o final do ano. (…)

Tradução feita pelo Portal RP

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