*Crítica* feita por Ritter Fan do Blog Plano Crítico sobre ‘Mapas para as Estrelas’

By in October 11, 2014, with No Comments

Se você não gosta de spoilers, melhor ficar longe dos comentários de Ritter Fan. A Crítica está íncrivel mas em meio aos elogios ao diretor Cronenberg e o ótimo trabalho feito pelo roteirista ele se empolga um pouco e pra quem não gosta de suspresas o melhor mesmo é esperar o filme que em breve estará nas telonas em circuito nacional.

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Ritter Fan – Plano Crítico

A cada minuto de Mapas para as Estrelas, é perfeitamente possível sentir a perversa alegria de David Cronenberg ao dirigir o filme. Seu veneno escorre pela telona e inebria o espectador com um certeiro mergulho no nefasto mundo das celebridades hollywoodianas. É uma fita deliciosa, uma sátira que fala muito mais verdades do que brinca com elas e que o diretor levou mais de seis anos para conseguir fazer, sendo, ironicamente, o primeiro filme dele efetivamente filmado nos Estados Unidos.

Cada personagem foi criado para representar grupos de personagens reais, incluindo Carrie Fisher, que faz o papel dela mesma decadente e dependente de seu único momento de fama há décadas. A reunião do elenco se dá por intermédio de Agatha (Mia Wasikowska) uma garota com o rosto e o corpo parcialmente queimados, que chega em Hollywood para visitar um determinado lugar e conseguir um emprego. A primeira coisa que faz é embarcar em uma limusine  dirigida por Jerome Fontana (Robert Pattinson, em sua segunda colaboração seguida com Cronenberg, depois do estranho, mas interessante Cosmópolis) para ir ao tal lugar que deseja ver – as fundações de uma casa aos pés do sinal de Hollywood – e depois consegue graças à sua amizade via Twitter com Carrie Fisher, um emprego com Havana Segrand  uma atriz perturbada que, por sua vez, tem sessões psicanalíticas (com direito a massagens) de auto-estima com o Dr. Stafford Weiss (John Cusack) por seu turno pai do ator mirim de enorme sucesso e já com problemas Benji (Evan Bird) que vê gente morta mas não da maneira que vocês imaginam.

Bruce Wagner, o roteirista, trabalha muito bem a caracterização orgânica de cada personagem e cria uma natural e perfeitamente circularidade na narrativa, dando a exata impressão do “mundo pequeno”  das estrelas em todos os sentidos: todos se conhecem, todos tem problemas semelhantes, todos se odeiam e assim por diante. O ciclo vicioso é quebrado – ou amplificado, melhor dizendo – com a entrada de Agatha na vida de todos eles, já que ela carrega um segredo bem croneberguiano que levará ao atordoante, mas lírico clímax.

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*Anton Corbijn* revela mais sobre Stock no seu livro ‘Dennis Stock: Time Is On Your Side’

By in October 10, 2014, with No Comments

É muito mais fácil encontrar detalhes da vida profissional deste fotógrafo da Life do que ele em sua intimidade. O diretor Anton Corbijn teve que procurar detalhes da vida íntima de Stock para compor o personagem que foi interpretado pelo ator Robert Pattinson e reuniu estas características em seu livro ‘Dennis Stock: Time is on your Side’.

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Dennis Stock é o famoso fotógrafo que imortalizou James Dean e que Rob irá interpretar no filme Life que será lançado em 2015 e se é fácil de encontrar informações sobre a sua vida profissional é difícil saber como ele era na sua intimidade  e será interessante descobrir a partir das informações dadas pelo diretor Anton Corbijn, e descobrir mais sobre o personagem de Rob. Constatamos que Dennis Stock não tinha um bom relacionamento com seu filho Rodney.  Sendo assim, ele aprendeu mais sobre seu pai através do filme do que na vida real:

“(…) Eu, obviamente, para a elaboração do filme, tive que mergulhar na sua intimidade e descobri que seu desejo de aventura deixou sua vida pessoal muito a desejar, mas eu acho que isso seja necessário para alguns de nós. Ele encontrou beleza em seu trabalho e amor com várias mulheres ao longo da sua vida agitada enquanto seu filho Rodney, que visitou o set de filmagem de Life a poucos dias atrás, disse que aprendeu mais sobre seu pai através do filme do que  na vida real.  Considerando que meio que tínhamos Dennis no filme (interpretado por Rob Pattinson) e comparando com o que ele era na vida real, foi uma realidade chocante, mas não tornou seu trabalho  menos interessante.  Para alguém que não podia compartilhar o amor à vida com seu filho, ele milagrosamente e certamente, conseguiu compartilhá-lo com o resto do mundo. “

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*Vídeo* de Lizzy Pattinson em Los Angeles, pela XFactor, fotografando as mãos impressas de seu irmão no ‘Graumans Chinese Theater’

By in October 10, 2014, with No Comments

Lizzy Pattinson foi à Los Angeles pela XFactor, andou na calçada da fama e tirou foto junto das mãos de seu irmão Rob no Graumans Chinese Theater.

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*Antigas* Imagens do Photoshoot de Robert Pattinson para a ‘Esquire Magazine UK’ – Agora em Melhor Qualidade

By in October 9, 2014, with No Comments

Photoshoot de Rob para a Esquire Magazine UK agora em melhor qualidade.

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*Antiga Foto* de Robert Pattinson feita por Nathaniel Goldberg agora em melhor qualidade – ‘Photoshoot de 2012′

By in October 6, 2014, with No Comments

Antiga foto de Rob feita pelo fotógrafo Nathaniel Goldberg para o Photoshoot de 2012.

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*Nova/Antiga Foto de Robert Pattinson no Press Junked em Toronto para divulgação de ‘Maps to The Stars’

By in October 5, 2014, with No Comments

Nova antiga foto de Robert Pattinson com jornalista no Press Junked em Toronto para a divulgação de Maps To The Stars.

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*Novas/Antigas* Fotos de Robert Pattinson na Premiere de ‘Maps To The Stars’ no TIFF 2014

By in October 4, 2014, with No Comments

Atualização de nossa galeria. Lindas fotos de Robert na Premiere de Maps To The Stars no TIFF 2014.

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*Crítica* de ‘Mapas para as Estrelas’ feita por Raphael Camacho do CinePop

By in October 3, 2014, with No Comments

Raphael Camacho do blog CinePop deu nota 7,5 para o filme e disse estar cheio de personagens excêntricos, dissimulados, desesperados, alucinados…e por aí vai.  Dá destaque para a excelente atuação de Julianne Moore em sua personagem Havana Segrand e também John Cusack. Os personagens de Robert Pattinson e Mia  Wasikowska segundo Raphael ficam totalmente perdidos em algumas cenas.

Apesar do ponto negativo que Raphael deu para o Rob eu quero ver o filme e estou ansiosa por conta da história que será contada por Cronenberg. Este diretor é muito louco e tudo que cai nas mãos dele vira algo fora da realidade e totalmente desporporcional.

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Raphael Camacho CinePop

A decadência da fama, as fortunas ganhas, o status que cada vez mais se torna transparente e uma eterna ponte para realização pessoal de alguns artistas. Como se estivesse com uma poderosa marreta nas mãos, o cineasta canadense David Cronenberg derruba a porta da mesmice e realiza um projeto que foge de qualquer conceito de normalidade. Contando com um ótimo elenco, com destaques para os ótimos Julianne Moore e John Cusack, o famoso diretor realiza uma crítica afiada e cheia de verdades sobre a atual indústria cinematográfica hollywoodiana.

Na trama, conhecemos diversos personagens que por conta de um destino extremamente fictício, em meio ao modelo de família hollywoodiana, se interligam de maneira extrema. Tem a atriz jogada para escanteio pela indústria cinematográfica, um psicólogo que fez fortuna com livros de auto ajuda, um jovem astro infantil que adora se meter em uma polêmica e uma jovem com sérios problemas que acaba de ser liberada de um sanatório. Tem de tudo nesse filme: Dramas familiares, obsessões de todos os tipos, surtos psicóticos.

A construção de grande parte dos personagens é interessante. Dissimulados, excêntricos, desesperados, alucinados, tem de tudo um pouco. O elo de interseção de todas essas figuras cênicas é o intrigante mundo das celebridades. Esse projeto, às vezes, dá a impressão de ser um thriller sobrenatural psicótico, tamanha as cenas esquisitas que somos testemunhas. Os diálogos também merecem uma pequena referência: São sarcásticos e impressionam pela transparência de cada verdade mencionada e jogada no colo do espectador.

Julianne Moore interpreta de forma fantástica sua complexa personagem Havana Segrand. Cheia de problemas de auto estima e inseguranças diversas, uma das protagonistas é uma das maiores criações de Moore nos últimos anos. Merecidamente, essa excelente atriz já levou neste ano o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes e já se coloca com grandes possibilidades de concorrer a uma vaga no próximo Oscar. O ponto negativo vem para Mia Wasikowska com sua Agatha Weiss e para Robert Pattinson e seu Jerome Fontana, ambos totalmente perdidos em algumas cenas. Parece que não conseguiram encontrar seus personagens dentro desse mapa para as estrelas.

Com muitas citações a artistas conhecidos do grande público e algumas situações que de fato aconteceram na realidade, Cronenberg utiliza a troca de perspectivas, entendemos os fatos relatados através dos olhos de vários personagens, o que resulta em um filme um tanto quanto complexo. É como se olhássemos pelo buraquinho da fechadura e enxergássemos um mundo nebulosamente fora de qualquer realidade conhecida onde todos buscam a sua própria liberdade.

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*Lindos* Posters de ‘Idol´s Eye’ feito por fãs

By in October 3, 2014, with No Comments

É do conhecimento de todos os fãs que uma das novas produções de Rob será Idols Eye, um filme de Olivier Assayas. E o galã britânico estará contracenando com Robert De Niro. As filmagens em Toronto darão início em 22 de Outubro e irão até o dia 27.

Algumas fãs super talentosas já começaram a mostrar sua criatividade fazendo estes lindos posters do filme.

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*Crítica* de ‘Mapas para as Estrelas’ feita por Vinícus Vieira

By in October 2, 2014, with No Comments

Na opinião de Vinícius Vieira do blog ochaplin.com, Mapas para as Estrelas:  “é um excelente filme sobre um retrato deprimente de Hollywood”,  mas a atuação de Rob é tímida e deixa a desejar. Julianne Moore ganhadora do prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes dá um show de interpretação.  Se você não se importa com um pouquinho de spoiler, confira o retante das impressões dele logo abaixo.

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Vinícius Vieira – ochaplin.com

Do glamour ao transtorno. Em Hollywood, ir de um estágio a outro em, relativamente, pouco tempo não é incomum. Casos desse tipo são explorados a cada nova edição de um tabloide. O que é mais espantoso, no entanto, é a nossa surpresa diante de mais uma celebridade que desceu do Olimpo e demonstrou um comportamento normal, imperfeito como o nosso. É justamente essa expectativa das pessoas comuns em torno dos famosos que pode tornar estes mais vulneráveis à infelicidade. Esse contexto serviu de inspiração para Mapas para as Estrelas, o mais recente filme do diretor David Cronenberg (Cosmópolis, Spider), que, no Brasil, estreou no Festival do Rio 2014.

O filme entrelaça a história de seis personagens que vivem nos arredores de Los Angeles. Agatha (Mia Wasikowska) – uma jovem repleta de queimaduras pelo corpo, oriundas de um incêndio – acaba de chegar à cidade e logo consegue trabalhar como assistente de Havana Segrand (Julianne Moore), uma atriz tão decadente que disputa com outras candidatas um papel num filme sobre sua própria mãe, que fora uma diva do cinema décadas atrás. O agente de Havana também trabalha para Benjie Weiss (Evan Bird), astro de 14 anos de uma série adolescente que, por já ter tido problemas psicológicos, é acompanhado de perto pelos produtores do programa e por seus pais, Christina (Olivia Williams) e Stafford Weiss (John Cusak).

A mãe não tem voz ativa perante os homens da família, e o pai, famoso consultor de autoajuda, é insensível o suficiente para expurgar sua própria filha – responsável por um escândalo que a família esconde a todo o custo – do convívio familiar. Assim que chega a cidade, Agatha revela a Jerome Fontana (Robert Pattinson), um motorista de celebridades que quer ser ator, a intenção de escrever um roteiro para um filme, e os dois dão início a um caso, mesmo que Fontana desconheça completamente o passado de sua pretendente.

Flertando com vários gêneros ao longo de sua carreira como diretor, dessa vez Cronenberg decidiu reunir mais de um deles em Mapa para as Estrelas. E fez isso de maneira bem apropriada. Nas cenas de comédia, por exemplo, os espectadores são presenteados com a opinião sarcástica do diretor em relação a alguns absurdos de Hollywood. Uma cena, em especial, na qual Havana Segrand comemora a morte do filho de sua concorrente ao papel é uma das quais fica evidente o humor afiado de Cronemberg. Também há elementos de suspense e, é claro, os dramas bem explorados de quase todos os personagens, numa amálgama encantadora de 1h50min.

Vale destacar que essa cena não seria tão engraçada se não fosse feita pela premiadíssima Julianne Moore (a atriz ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes), comprovando que ela é uma das atrizes mais versáteis de Hollywood, entregando-se profundamente aos personagens que interpreta. O destaque também vai para o jovem Evan Bird no papel de Benjie Weiss, bastante convincente ao interpretar o galã teen asqueroso e sem exageros nos momentos em que foi preciso demonstrar o lado perturbador do jovem. No entanto, Robert Pattinson – o galã da vida real – demonstra certo desconforto e superficialidade no papel do motorista de celebridades. O público de Cronenberg, mais exigente do que o público de filmes melosos, como Crepúsculo e Água para Elefantes, para quem Pattinson está acostumado a atuar, fica querendo mais desse ator.

É bom iniciar essa maratona do Festival do Rio assistindo a um ácido filme metalinguístico, ou seja, uma obra sobre a indústria do audiovisual. Afinal, as loucuras – no sentido literal e figurado – dos personagens de Mapas para as Estrelas também têm sentido no Rio de Janeiro, a cidade de estonteantes belezas naturais que concentra estúdios de TV e cinema no Brasil e, por isso, o habitat das celebridades e paparazzis tupiniquins. O Cristo Redentor é o nosso letreiro nas montanhas. Hollywood também é aqui.

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